Aos dezesseis anos e meio, desfilando com charme na sua cadeirinha de rodas, meu parceiro Cebolinha me ensina todos os dias que a felicidade de um pet é de uma simplicidade comovente.
Para ele, o mundo perfeito cabe em rituais muito básicos: pegar um solzinho na janela para aquecer os pelos, receber aquele carinho prolongado atrás da orelha e desfrutar de uma boa alimentação.Mas, acima de tudo, o que faz o coração dele bater contente é o privilégio de ficar juntinho. Colados um no outro, ele me lembra que, para ser feliz, o amor só precisa de presença.