O TEMPO DE LER, O TEMPO DE SENTIR
Por Angélica Rizzi
Há livros que lemos uma vez. Outros parecem nos ler ao longo da vida. O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry, pertence a essa segunda categoria.
Sempre pensei que existe um tempo para cada leitura. Na infância, descobrimos a fantasia; na adolescência, surgem as perguntas; na vida adulta, encontramos significados que talvez tenham passado despercebidos.
É assim com o pequeno viajante de cabelos dourados. Entre planetas, rosas e raposas, descobrimos uma história sobre amizade, afeto, responsabilidade e a delicadeza das relações humanas.
Gosto de pensar que nunca terminamos de ler esse livro. Cada idade nos apresenta um novo Pequeno Príncipe, porque também mudamos enquanto vivemos.
Como escritora, acredito que a literatura não tem idade nem prazo de validade. Um bom livro atravessa gerações e continua despertando sentimentos e descobertas.
Afinal, crescer não deveria significar abandonar a capacidade de imaginar. Ler é continuar viajando, mesmo quando os pés permanecem no mesmo lugar.
Há livros que ocupam uma estante. Outros constroem morada dentro de nós.
E O Pequeno Príncipe é, sem dúvida, um desses livros.
Informações Institucionais & Contatos
- Angélica Rizzi
- Jornalista – Mtb 9298
- Cantora & Compositora – OMB 19155
- Produtora Cultural – 4711
- ISNI: 0000 005 3053 4174
- Associada CBL: 160.720
- Microempresária | Editora Própria
Links Oficiais: